segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Van Halen: EVH D-Tuna

O EVH D-Tuna é lançado oficialmente agora em três novas versões de cores - Preto, Dourado e Cromado. O EVH D-Tuna é um dispositivo desenvolvido e fabricado por Eddie Van Halen, que revolucionou o dispositivo que agora permite uma mudança de afinação da 6ª corda da guitarra de E para D em qualquer momento e instante. O EVH D-Tuna foi desenhado para ser instalado em um trêmulo de dupla trava Floyd Rose ou licenciado. O EVH D-Tuna é feito a partir da mais alta qualidade de aço temperado. O projeto patenteado permite o ajuste fino e preciso, é simples de configurar e fácil de usar.
 
"Não poderia ser mais fácil de instalar e usar. Você pode remover o parafuso de bloqueio da corda E de baixo da sela sobre a ponte e substituí-la por uma da D-Tuna de dois parafusos de fixação prevista, o conjunto da mola e do D-Tuna. E isso é apenas que conseguimos fazer." - Edward Van Halen

 
O D-Tuna são equipamentos que tem fazido parte dos padrões nas guitarras pessoais de Eddie Van Halen, bem como na assinatura de bloqueio de série tremolo até nos equipamentos de guitarras desde o início dos anos 90. Desde então, milhares de D-Tuna foram vendidos no mundo inteiro.

 
"Puxe, e você terá um Ré, empurre, e você terá um Mi"
"Você vai adquirir um engenhoso e patenteado dispositivo que permitirá a você passar a afinação da corda Mi para Ré e vice versa em um instante. Ele realmente funciona e é fácil de usar. 

 
Eu o tenho usado por 5 anos e nunca me falhou. E não irá falhar para você, divirta-se! - Edward Van Halen A embalagem do seu EVH D-Tuna inclui:
· 1 EVH D-Tuna;
· 1 Chave Allen;
· 1 Mola;
· 2 Parafusos de Trava Longa.

Nota: Os trêmulos chamados "low profile", que tem a trava funcionando por cima da micro afinação, precisam de modificações para a adaptação do EVH D-Tuna.

Perguntas Frequentes:
O D-Tuna pode ser usado em qualquer Floyd Rose Tremolo?

 
Pode ser usado em qualquer Floyd Rose ou Floyd Rose licenciado Tremolo com os parafusos de bloqueio, onde o sintonizador da ponte pressiona diretamente sobre o parafuso de fixação.

 
O D-Tuna pode ser usado se a guitarra for afinada a um passo 1 / 2?

 
Sim - basta configurar o D em posição "normal" e o E "em posição".

Quais são as melhores seqüências de calibre?

 
Qualquer uma! O D-Tuna trabalha com todos os conjuntos de padrão elétrico.

Posso usar o D-Tuna sobre qualquer outra corda?

 
Sim, mas vai mudar o tom de qualquer corda, o "E" vai ser projetado para baixo da corda e só.

Posso usá-lo em um tremolo de perfil baixo?

 
Sim, mas isso depende de quão profunda a ponte está definida. A cavidade muito profunda pode exigir algum encaminhamento menor, embora a maioria não seja. Não se esqueça de estabilizar a primeira ponte!

Tenho que retirar o D-Tuna durante as mudanças de corda?

 
Não, ele vai ficar preso nos parafusos de fixação em todos os momentos.

Por que algumas cordas saem do tom quando eu paro de usar o D-Tuna?

 
A ponte deve ser estabilizada em primeiro lugar. Isto é feito através do bloqueio da ponte, por isso não pode puxar para cima. Se a sua ponte está estabilizada e as cordas restantes ainda estão fora de sintonia, pode ser necessário aumentar a "tensão da mola", movendo a mola com mais força.

Por que não posso começar uma etapa cheia de doses?

 
Há algumas coisas que devemos verificar. Em primeiro lugar, ajustar a corda aberta para baixo "D" com o D-Tuna em "posição" e trava a porca. Colocar o D-Tuna para entrar "em posição", então tudo bem, o "E" (usando o D-Tuna sintonizador fino). Você usou o comprimento direito e o parafuso de bloqueio? Se a cabeça sair fora do D-Tuna completamente, ele é muito longo, use o menor parafuso.

Configurando o D-Tuna:
1. Estabilizar Ponte:
Se a sua ponte é nivelada e montada contra o corpo de sua guitarra (não puxe para cima), se preferir você pode ignorar esta etapa.

Se a sua ponte "flutua", então ela deve ser estabilizada. Há duas maneiras diferentes de fazer isso. A maneira mais fácil é a de "bloquear" a ponte para que ela não puxe para cima. Use uma chapa de aço ou bloqueie a ponte na cavidade do tremolo. Vai torná-la mais confortável para que a placa de base seja do mesmo nível de vibração com o corpo, e não vai recuar.

A outra opção para estabilizar e ainda ser capaz de "levantar" a barra é instalar um estabilizador de tremolo ou rolha. Há muitas opções para isso, consulte o D-Tuna de atendimento ao cliente para uma solução personalizada para atender suas necessidades melhor.
2. Remover Parafusos e Bloqueio de Cordas:Remova o parafuso de bloqueio da corda E de baixo da sela sobre a ponte. Substituí-la com a mais nova seqüência de travamento de parafuso, mola, e D-Tuna. Bloqueio de E-corda no lugar com o D-Tuna "fora" no "D" posição. Em seguida, volta o sintonizador sobre a ponte para que o caminho seja mais fácil para usalo com o parafuso de longo prazo.

 
3. Afinação/Sintonização:A afinação de E-com várias seqüências de caracteres para chegar até a "D", bloqueia-se a corda com a porca e depois afinar o E-seqüência de caracteres para "D", com a fina-ponte sintonizadora. Em seguida, pressione o D-Tuna para a posição E e afinar a "E", com o parafuso ajustador da D-Tuna. É isso aí!

 
Dicas para Instalação e Uso:
• Com sempre com cordas novas, esticá-las fisicamente, puxando-as um por um para estabilizá-las.

 
• Não coloque muito perto o sintonizador na ponte. Mantenha-o um pouco "recuado", tanto quanto o possível, a utilização do sintonizador é no cabeçote de grandes sintonizações.

 
• Ao desligar o D-Tuna para trás e para frente, empurre a unidade para baixo (para o corpo) para aliviar a tensão.

D-Tuna Concessionárias: D-Tuna! A invenção patenteada exclusiva de Eddie Van Halen. E está disponível para você agora.

Se você ainda não ouviu falar sobre o D-Tuna, aqui está a colher: É um dispositivo que permite uma mudança de afinação da 6ª corda da guitarra de E para D, ou vice versa, sem dificuldades e problemas na hora de tocar sua guitarra!
Simples de configurar e fácil de usar, o D-Tuna foi desenhado para ser instalado em um trêmulo de dupla trava Floyd Rose ou licenciado. 


Uma vez instalado, o D-Tuna trabalha com apenas um movimento do dedo. Feita a partir da mais alta qualidade de aço temperado, o preço do D-Tuna é de US $ 59,50.

Nós fizemos um dispositivo mais fácil de usalo, para que acabassem com os problemas que vinham ocorrendo no uso do instrumento, agora os clientes vão ter mais acessos e facilidades no uso de uma guitarra. O D-Tuna está sendo disponibilizado em todas distribuidoras em todo o mundo.
Para pedidos, use nosso formulário de contato ou ligue para 1-800-266-0411.

Contact Info:
D-TUNA®
PO Box 126
Ringoes, NJ 08551
Tel: 609-466-8101
Fax: 609-466-8160
E-mail:
info@dtuna.com
Technical Question? E-mail:
tech@dtuna.com

Mais Informações:
http://www.dtuna.com/

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Van Halen: David Lee Roth em Festas, Strippers e Jack Daniel's

(Da coluna 'Dispatches', de Mick Wall, editor-chefe da revista Classic Rock inglesa, impressa originalmente na edição de abril de 2009 da revista).
 
'Juntar-me a David Lee Roth nos bastidores depois de um show na Turnê para promover o disco 'Skyscraper', o entretenimento personalizado foi um pouco mais interessante, um pouco mais... sacana, do que conversa, cervejas e Marlboros...'

Foi um dos maiores - talvez o maior – show de rock n ' roll que eu jamais tinha visto. Quase 20 anos depois eu ainda penso em um que tenha sido mais espetacular, ou que eu tenha curtido mais.
David Lee Roth tinha acabado de lançar seu segundo disco solo, 'Skyscraper', e agora ele estava excursionando pelos E.U.A para promovê-lo. Esse era o famoso show com o ringue de boxe que descia das esquadrias até a mesa de som no meio da plateia, enquanto David Lee Roth dançava nele e a banda mandava 'Panama'; o mesmo show que tinha a prancha voadora de surf com a fumaça saindo da rabeira e que então levava Diamond Dave de volta pro palco; e o show que tinha facilmente a melhor banda que Dave já montou depois do Van Halen – estrelando Steve Vai mostrando o que ele chamava de suas 'tapeçarias sônicas' em sua famosa guitarra vermelha de três braços em forma de coração.
Eu vi o show em vários lugares naquela Turnê, de Los Angeles a Londres e no caminho de volta. Mas claro que não houve nenhuma vez como a primeira vez, que foi no Centrum Arena, de Worcester, Massachusetts, em maio de 1988. Ainda que sua carreira solo estivesse prestes a mergulhar de bico uma vez que Steve Vai e depois o resto da banda saísse e seus álbuns parassem de vender, David Lee Roth estava então no ápice de seus poderes, não somente como um 'performer' ao vivo, mas como uma personalidade fora dos palcos também.
Depois do show, no camarim, eu sentei ao lado dele enquanto ele destrinchava sua refeição pós-show composta de lagosta e arroz. Eu notei que ninguém falava com ele enquanto ele comia. E assim, não querendo interromper sua refeição, a qual ele fazia como um lobo devorando sua recém-capturada presa, eu conversei amigavelmente com o tecladista Brett Tuggle, sentado do meu outro lado.

De repente, Dave levantou-se e, sem dizer uma palavra, caminhou pra fora da sala, batendo a porta bem alto atrás dele. Eu olhei curiosamente pra sua relações-públicas. Ela suspirou e disse: ”Dave está puto porque você não está prestando atenção a ele.”

“O quê? Você está brincando?”

“Não. É melhor tentarmos achá-lo.”

Eu a segui pra fora do camarim e pelo corredor até que saímos pela porta de outra sala. Música alta bombava lá de dentro. Música alta, vozes altas e o que pareciam gemidos de prazer.
Ela bateu na porta e entramos. Era a sala particular de Dave nos camarins. Ele estava com Steve Vai e seu empresário, Pete, o som de música soul saindo de um radinho e uma "dançarina especial" se movimentando pela sala fazendo o lance dela.

Cabelos negros, pele escura, olhos grandes, brilhantes e castanhos, ela parecia mexicana, talvez, ou italiana. Seja lá de onde ela fosse, ela era uma das jovens mais bonitas que eu tinha visto na vida. Enquanto dançava ela lentamente começou a se despir. David Lee Roth me cutucou nas costelas e riu. Daí ele me passou uma garrafa de Jack Daniel's – a única bebida alcoólica permitida em qualquer lugar dos bastidores, além de cerveja.

Eu ri também e tomei um trago. A garota continuou dançando e tirando mais de suas roupas até que estivesse completamente nua. Todos nós batíamos palmas acompanhando a música à medida que ela continuava dançando. David Lee Roth me passou um baseado. Eu dei uns dois pegas. A moça nua então veio e sentou no meu colo e começou a se esfregar, empurrando seus seios firmes contra meu rosto e sua bunda marrom e firme contra minha virilha. O termo "lap dancing" ainda não tinha sido inventado, mas era isso o que eu estava recebendo – uma garota linda se contorcendo em mim como uma cobra enlouquecida, "dançando" em meu colo. David Lee Roth apenas ficou lá sentado, do meu lado e rindo ainda mais alto.

Quando a garota se levantou e começou a dançar no colo dele, ele me passou um pequeno frasco marrom cheio com um pó branco – cocaína. Eu dei umas duas cafungadas e depois mais umas duas. Parecia pra mim, que naquele exato momento, que isso era o mais próximo de paraíso rock n' roll que um jacu branco como eu conseguiria chegar nos anos 80. De fato, se a noite tivesse acabado ali, eu teria ficado mais do que feliz.
Ao invés disso, quando tudo acabou e a moça tinha posto suas roupas de volta e saído, David Lee Roth e eu ficamos sentados na sala conversando por outras oito horas direto, ainda bebericando das garrafas de Jack Daniel's e cocaína, ainda falando e contando piadas. Na prática, ele me deu a maior - certamente a mais longa - entrevista de rock que eu jamais participaria. Só um detalhe: ele não me deixou gravar nada dela.

“Isso não é pra ser publicado”, ele insistiu. “Isso é só conversa de homem, entende? Pra gente se conhecer. Daí, uma vez que a gente se entenda, podemos fazer uma entrevista amanhã à noite.”
Amanhã à noite? Não tinha me passado pela cabeça que realmente poderia haver uma noite seguinte.

Quando finalmente deixamos o local do show eram nove horas da manhã. Nós protegíamos nossos olhos como vampiros à medida que emergíamos de trás do prédio e pra dentro da luz do sol.

Quando voltamos ao hotel ele me convidou para sua suíte para uma 'saideira'. Normalmente eu teria topado aquilo. Não dessa vez. Eu estava muito desesperadamente precisando de meu caixão cheio de terra.

Naquela mesma noite, David Lee Roth tinha que fazer o segundo dos dois shows no Centrum. Assistindo ele do mesmo lugar que eu tinha na noite anterior, eu não pude detectar nenhuma queda nos níveis de energia. Ainda me sentindo como 'bosta requentada', eu me perguntava como é que ele conseguia.
Depois, no camarim, sentado ao lado dele de novo enquanto ele comia outra lagosta, eu perguntei a ele. “Merda, Dave,” eu disse, “como é que você consegue?”

“Ah, cara,” ele disse, entre garfadas.

“Você tem que se lembrar, eu tenho praticado muito.”

Video:
David Lee Roth - Just Like Paradise

David Lee Roth - Stand Up


David Lee Roth - California Girls

David Lee Roth - Just A Gigolo



Colaboração: Ricardo 5150.